Quando o assunto é segurança pública, um problema nunca vem sozinho e, via de regra, gera um efeito cascata. É assim com o déficit de pessoal no Instituto-Geral de Perícias (IGP). Faltam peritos nas unidades regionais para o trabalho no Interior e, em Porto Alegre, para atender ao volume crescente de pedidos de análises e de laudos vindos de todo o Estado.

Um dos efeitos disso é que os inquéritos policiais acabam ficando em aberto, por vezes, por mais de um ano, ou sendo remetidos ao Judiciário sem os laudos, que são considerados, pela polícia, provas irrefutáveis.
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